Blog para quem gosta de televisão e entretenimento. Aqui você encontra entrevistas, opiniões, matérias sobre os bastidores da televisão, cinema, literatura e muito mais.
Nessa semana a dica de leitura do blog é o livro "Ágape", do Padre Marcelo Rossi.
Ágape é uma palavra grega que significa amor incondicional, sem limites. O livro é uma reflexão sobre o amor e os sentimentos de Jesus Cristo. Padre Marcelo Rossi usa o Evangelho de São João para falar sobre sentimentos como amor, caridade, compreensão, humildade, perdão, esperança e fé.
Em 126 páginas com prefácio de Gabriel Chalita, Marcelo Rossi usa uma linguagem simples, poética e acessível a todos, para nos fazer refletir sobre nossos sentimentos, atitudes e nossa Fé. O autor usa passagens da Bíblia, histórias, situações reais vividas por outras pessoas e por ele mesmo e orações para falar sobre o poder transformador do amor Ágape.
São muitas as lições que o livro ensina, ou melhor, relembra, pois são coisas que todos nós já devíamos saber, mas que infelizmente nos esquecemos tantas vezes. Entre as lições, a de que o amor não é só um sentimento, mas uma decisão que tomamos e que nos torna pessoas melhores quando nos dedicamos a amar o próximo e esquecemos o ódio e o rancor, que só nos fazem mal. O livro nos ensina a ser éticos, a não fazer aos outros aquilo que não gostaríamos que fizessem conosco. Fala também do poder do Perdão, nos ensina a ajudar as pessoas, a não julgar ninguém. Se Jesus, o filho de Deus que foi enviado à Terra, não julgava as pessoas, quem somos nós para atirar pedras quando todos nós temos telhado de vidro?
A leitura de "Ágape" é recomendada para todos. Sentimos uma imensa paz enquanto lemos o livro e aprendemos muito se prestarmos atenção. Há momentos em que todos nós precisamos de uma boa reflexão sobre nossas atitudes.
Durante seis meses "Aquele Beijo", novela de Miguel Falabella que chega ao fim hoje, 13 de abril, depois de 155 capítulos, apresentou muitas situações divertidas e personagens engraçados. A audiência ficou abaixo da esperada e deve fechar com média geral de 25 pontos, cinco a menos que as novelas anteriores, "Morde & Assopra" e "Ti-Ti-Ti".
Desde o início de "Aquele Beijo" o público percebeu que a história dos protagonistas era a mais chata da novela. Cláudia (Giovanna Antonelli), Vicente (Ricardo Pereira), Rubinho (Victor Pecoraro) e Lucena (Grazi Massafera) não tiveram empatia com o público, que não conseguiu torcer muito por eles. Ao contrário de outras novelas, em "Aquele Beijo" o núcleo dos protagonistas foi o mais parado e isso cansou o público, gerando uma preferência pelos personagens secundários da novela, que foram quem realmente movimentaram a trama e garantiram alguns momentos bem divertidos que fizeram a novela valer a pena.
Como sempre acontece nas novelas das quais participa, Marília Pêra "roubou a cena" e conseguiu fazer de sua personagem, a vilã Maruschca, a verdadeira protagonista de "Aquele Beijo", ao lado de Alberto (Herson Capri) e Sarita (Sheron Menezes). A história dos três foi bem mais interessante que a dos protagonistas Cláudia e Vicente. Maruschca era uma mulher ambiciosa e arrogante que queria desapropriar uma comunidade carente para construir uma loja de luxo. Ela tinha abandonado um filho bebê, descobriu que ele era travesti (Ana girafa, interpretada por Luís Salém, outro destaque da novela) e que ainda morava na comunidade que ela queria derrubar. Na reta final depois de perder tudo, acabou tendo que ir morar na favela com a "filha" que ela tanto desprezou. A vida ensinou uma grande lição a Maruschca e ela chega ao fim da novela transformada numa pessoa melhor, o que reforça ainda mais a ideia de que a verdadeira protagonista foi ela, que passou por muitos altos e baixos ao longo da novela e que apesar de ter sido apresentada como a grande vilã da história, conseguiu fazer o público torcer por ela nessa reta final da trama.
Outros personagens que fizeram sucesso foram a divertida Mãe Iara (Cláudia Gimenes) e seu primo Joselito (Bruno Garcia), dois videntes que agitaram muito a fictícia Vila Caiada; e a família de Felizardo (Diogo Vilela), que era enganada pela trambiqueira Damiana (Bia Nunes), que fingia ser irmã dele e acabou matando-o no final. O núcleo das costureiras da Shunnel, as confusões de Marieta (Renata Celidônio) e Olavo (Ernani Moraes), o lar da mão aberta, o bar das portuguesas Amália (Marina Mota) e Brites (Maria Vieira), a obsessão de Íntima (Elizângela) de transformar sua filha Belezinha (Bruna Marquezine) em miss... Todos tiveram a sua chance de brilhar em algum momento da trama, e suas histórias renderam ótimos momentos. Outros destaque da novela, foram a narração do autor Miguel Falabella, que citava várias frases famosas de acordo com o que os personagens estavam vivendo, e a abertura com vários beijos famosos da teledramaturgia, a se lamentar apenas a pouca nitidez das imagens, que muitas vezes, não nos deixou descobrir a qual novela pertencia determinado beijo.
Concluindo, "Aquele Beijo" deixou a desejar em muitos aspectos, mas também nos divertiu muito. Não foi um grande sucesso, mas também não foi um fracasso. Foi uma novela leve e divertida como as outras de Miguel Falabella, e vai deixar uma boa lembrança em quem acompanhou do começo ao fim. Que venha agora "Cheias de Charme"!
Foi ao ar nesta terça, 10 de abril, o capítulo 1 da nova novela de Lauro César Muniz na Record, "Máscaras". Ainda é muito cedo para analisar a novela, mas vendo o primeiro capítulo, podemos esperar uma grande história, cheia de emoção, suspense, personagens complexos, adrenalina e muito mistério.
O autor usou o primeiro capítulo para apresentar a história principal: o drama do fazendeiro Otávio (Fernado Pavão), que não sabe mais o que fazer para ajudar a esposa Maria (Miriam Freeland), que tentou matar o próprio filho por causa de uma depressão pós-parto e ainda está muito perturbada emocionalmente. Miriam Freeland foi o grande destaque desse primeiro capítulo da novela. A atriz brilhou e mais uma vez deu provas de seu grande talento ao interpretar a angustiada Maria, um papel muito denso e complexo. Fernando Pavão e Petrônio Gontijo também se destacaram, assim como Daniela Galli no papel da psicóloga Tônia. Heitor Martinez e Gisele Itié apareceram pouco até agora, mas já deu para sentir que seus personagens terão grande importância na história.
Muitas coisas aconteceram nesse início de novela. Depois de viajar em um cruzeiro marítimo para tentar se livrar da depressão, Maria voltou à fazenda do marido, mas continua rejeitando o filho. Ela deu muita preocupação a Otávio e ao Dr. Décio (Petrônio Gontijo), ao sair de casa no meio da noite, fazendo com que todos se embrenhassem na mata para procurá-la. Também fomos apresentados à Tônia e sua irmã Luma (Karen Junkeira). A psicóloga beijou o cara com quem a irmã estava ficando e inventou para ela que foi ele quem a agarrou. Luma acusou Tônia de afastá-la das pessoas e as duas tiveram uma séria discussão. Os conflitos entre elas devem aumentar ainda mais ao longo da novela. Para encerrar o capítulo, dois homens misteriosos sequestraram o filho de Maria junto com a babá e o filho dela, com direito a cena de perseguição de tirar o fôlego. Depois, mandaram a babá de volta à fazenda exigindo a presença de Maria no cativeiro.
Quem assistiu o primeiro capítulo de "Máscaras", certamente gostou da novela, que tem tudo para fazer sucesso. O único problema é a longa duração das novelas da Record. "Máscaras" terá mais de 200 capítulos, como disse o autor Lauro César Muniz em entrevista ao blog, e isso certamente fará com que a novela perca um pouco do fôlego em algum momento, como sempre acontece com novelas longas. Outro problema é que a Record sempre altera a edição dos capítulos de suas novelas, fazendo com que cenas que deveriam ser exibidas em um capítulo, acabem passando para o capítulo seguinte. Dessa maneira, os ganchos dos finais de capítulos sempre ficam diferentes daquele que o autor escreveu, e isso deixa a novela um pouco desorganizada, pois faz com que o capítulo que o autor escreve vá ao ar de maneira diferente do previsto, em virtude da nova edição. O primeiro capítulo de "Máscaras" foi ao ar na íntegra e todas as cenas previstas no resumo do capítulo foram ao ar. Vamos torcer para que os próximos continuem assim.
Muitos personagens ainda vão entrar em "Máscaras" e muitas coisas vão acontecer ao longo desses duzentos e tantos capítulo. Pelo que foi visto até agora a novela promete. Vamos acompanhar e ver se a promessa se cumpre.
Lauro César Muniz é um dos maiores autores de telenovelas do Brasil. Começou sua carreira no teatro, onde escreveu muitas peças de sucesso, entre elas, "O Santo Milagroso" (1963), que também foi adaptada para o cinema e televisão. Lauro escreveu sua primeira novela, "Ninguém Crê em Mim", em 1966 na extinta TV Excelsior. Essa foi a primeira novela a abordar uma temática diferente do que era veiculado na época. Depois disso Lauro César passou por emissoras como Tupi e Record, onde escreveu, entre outras, a bem-sucedida "As Pupilas do Senhor Reitor" (1970). Sua estreia na Globo foi em 1972. São dele várias novelas clássicas, como "Carinhoso" (1973), "Escalada" (1975), "OCasarão" (1976), "Roda de Fogo" (1986) e "O Salvador da Pátria" (1989). Lauro também passou pela Bandeirantes, onde escreveu a novela "Rosa Baiana" (1981).
Em 2006, depois de nove anos sem fazer novelas, Lauro voltou à TV Record, onde escreveu as novelas "Cidadão Brasileiro" (2006) e "Poder Paralelo" (2009). Nesta terça, dia 10 de abril às 10 e 15 da noite, estreia a sua nova novela na emissora, "Máscaras", escrita em parceria com Renato Modesto e com a colaboração de Mario Viana, Mariana Vielmond e João Gabriel Carneiro. Com direção geral de Ignácio Coqueiro, "Máscaras" conta com grandes nomes em seu elenco, como Fernando Pavão, Miriam Freeland, Petrônio Gontijo, Paloma Duarte, Heitor Martinez, Bárbara Bruno, Jussara Freire, Luíza Tomé, Gisele Itié e Cecil Thiré. Nessa entrevista, Lauro César Muniz fala um pouco sobre "Máscaras" e sobre seu trabalho. Confira:
SUPER TV E MAIS! -Depois de tantos anos de carreira e tantos trabalhos, é verdade que o autor passa a se cobrar mais a cada novela para fazer um trabalho cada vez mais perfeito?
LAURO CÉSAR - É verdade. Cada trabalho exige mais responsabilidade, cada trabalho exige uma investida com alguma novidade, algum formato ou temática ainda não tratados. O que me preocupa agora, no fim de minha carreira, é transferir experiência para autores mais jovens. Cabe a eles darem seguimento a todas as minhas tentativas. Não é fácil. Encontro muitos autores jovens viciados por clichês e fórmulas mais do que velhas. Mas acontece de, vez ou outra, encontrar gente com real desejo de fazer um trabalho sério. Não faço melhor por falta de capacidade e não por falta de empenho.
SUPER TV E MAIS! - Como você define sua nova novela "Máscaras"? É uma história policial?
LAURO CÉSAR -É uma história policial armada com personagens e tramas que me encantam: pessoas fortes, que não se escamoteiam por pequenos motivos, mas todos com uma visão muito clara do que almejam. São personagens ambiciosos, no bom sentido.
SUPER TV E MAIS! - Pelo que li da sinopse, "Máscaras" será uma novela cheia de mistérios. Eu acredito que deve ser mais difícil escrever uma novela assim, pois cada acontecimento tem que ser milimetricamente planejado de acordo com os segredos da história. Estou certo ou às vezes acontece de nem os próprios autores saberem direito as soluções dos mistérios e elas vão sendo construídas com a novela no ar?
LAURO CÉSAR - As duas coisas ocorrem. É claro que numa trama policial há que se ter o cuidado extremo com os detalhes. Mas, ao mesmo tempo, há mistérios que nem os próprios autores conseguem decifrar no primeiro momento. Não há cartas marcadas. Como as personagens estão estruturadas com forte consistência e o ponto de partida tem lógica e verdade, há meandros da história onde se pode correr algum risco.
SUPER TV E MAIS! - Você é daqueles autores que já começam a escrever sabendo como a novela vai acabar ou acontecem muitas mudanças com aquilo que você planejou na sinopse?
LAURO CÉSAR - Dificilmente sei o final. Ficaria muito esquemático. A vida é surpreendente e se faz a cada instante. Na telenovela é assim também. Gosto de me esnucar, me desafiar. Como há uma coerência interna nas tramas, a lógica acontece.
SUPER TV E MAIS! - Agora virou moda dizer que é a "Nova Classe C" quem ditas as regras das novelas. Você concorda com isso? "Máscaras" também tem essa preocupação de atingir especificamente à essa classe social?
LAURO CÉSAR - Não. Isso é uma tolice, dedução apressada sem nenhuma base em pesquisas ou conhecimento da nova classe C emergente. Essa bobagem não surgiu na TV Record.
SUPER TV E MAIS! - Como você vê a disputa cada vez mais acirrada entre Globo e Record na teledramaturgia?
LAURO CÉSAR - A Globo tem muito mais know-how. A TV Record hesita ainda por falta de experiência. O fato concreto e visível - sem preconceito - é que estamos fazendo novelas mais ambiciosas na TV Record. As novelas da Globo estão sendo destruídas por alguma cabeça precipitada: "fazer o clichê e o óbvio, já que o público que predomina hoje é estúpido". Há aí uma contradição séria - burros consomem os produtos dos intervalos comerciais da emissora?
SUPER TV E MAIS! - A sua ida para a Record correspondeu a todas as suas expectativas? Como você avalia a sua trajetória na emissora?
LAURO CÉSAR - Não. Eu encontrei muitas dificuldades. Os dirigentes tinham uma visão distorcida de telenovelas por causa da influência dos primeiros profissionais que eram apaixonados pelas fórmulas gastas. Uma questão até de defender aquilo que se sabia fazer. Sofri um bocado no início e ouvia as coisas mais estúpidas como orientação profissional de autor que se colocava como dono da verdade. Hoje mudou muito. Sou ouvido por todos e tenho o carinho dos mais inteligentes. Vou terminar minha carreira como autor de telenovelas na TV Record.
SUPER TV E MAIS! - Você é um dos autores que defendem as novelas mais curtas de no máximo 140 capítulos e com um elenco menor. "Máscaras" será assim? Quantos capítulos a novela terá a princípio?
LAURO CÉSAR - "Máscaras" terá mais de 200 capítulos. A emissora ainda não analisou as vantagens das novelas curtas. Muito em breve todas as novelas serão mais curtas - em volta de 140 capítulos. Já há vários ensaios dessa disposição na Globo: a novela do horário das 18 horas é sempre um excelente campo de provas. As novelas curtas como "O Astro" e a próxima, também. Em tempo de comunicação dinâmica e rápida como a Internet é um contrasenso fazer novelas de 200 capítulos. Já sinto na TV Record uma forte atenção para este assunto. Logo serei ouvido pela cúpula administrativa da emissora sobre este tema. Minha luta tem mais de 30 anos. O Daniel Filho uma vez me chamou para fazer um teste. Cheguei a apresentar uma sinopse de novela curta, mas houve uma marcha-a-ré por motivos que até hoje não entendo.
Agradeço ao Lauro por ter conseguido achar um tempo para responder essa entrevista, mesmo com toda a correria da estreia da novela. Boa sorte para ele e que "Máscaras" seja mais um grande sucesso em sua carreira.
Vamos saber um pouco mai sobre a novela?
ESPECIAL "MÁSCARAS"
A HISTÓRIA
Fernando Pavão e Miriam Freeland são Otávio e Maria.
O proprietário rural Otávio (Fernando Pavão) e sua esposa Maria (Miriam Freeland), que está com depressão pós-parto, partem em um cruzeiro num transatlântico em companhia do médico Décio (Petrônio Gontijo). Na volta da viagem, Maria e o bebê são sequestrados misteriosamente. Otávio paga uma grande soma em dinheiro para os bandidos libertarem sua esposa e seu filho, mas eles continuam desaparecidos, sem deixar vestígios. Otávio entra em depressão profunda e chega a ser internado na clínica do Dr. Décio.
Meses depois, Décio recebe uma mensagem de um remetente misterioso que promete esclarecer o sequestro e marca um encontro em um cruzeiro marítimo. Décio convence Otávio a fazer a viagem, dizendo que ela faz parte da terapia. Martin (Heitor Martinez), irmão de Maria, também parte no mesmo transatlântico acompanhado de sua namorada, a garota de programa Manu (Gisele Itié). Otávio continua cada vez mais deprimido e Décio teme que ele atente contra a própria vida.
Quando Martin lhe diz que Maria e o bebê estão mortos, Otávio resolve se matar e pede a ajuda de Décio. Depois de gravar um vídeo de despedida e passar seus bens para Martin, Otávio é levado a um helicóptero com Décio. Martin também vai junto para ver o suicídio do cunhado. Décio vai aplicar uma injeção em Otávio para ele não sofrer, mas acaba aplicando a injeção em Martin, e é ele que é lançado ao mar no lugar de Otávio.
Otávio então, resolve assumir a identidade de Martin. Ele quer renascer na identidade de outro homem, mas ao fazer isso, está assumindo também o passado do outro, e a partir daí, ele vai se envolver em uma grande e perigosa aventura.
O QUE ACONTECE NO PRIMEIRO CAPÍTULO
Paloma Duarte é Nameless.
A bordo do navio, Maria confessa para Olívia que está com medo. A governanta tenta acalmar Maria, que se emociona ao pensar no filho que está prestes a encontrar. Doutor Décio conta para Maria que Otávio está esperando por ela no porto. Maria pede para não falar com o marido ao telefone. Décio diz a Otávio que ele precisa superar a crise de depressão pós-parto da mulher.
Maria estranha que Tônia saiba sobre seu filho. Maria reage friamente a Otávio e afirma não querer voltar para casa. Décio diz que eles devem ir para a fazenda imediatamente. Tônia conta para Luma que Maria rejeitou o bebê e o atirou no rio.
Dos Estados Unidos, Martim diz para Maria que sua mãe está internada. Maria se ressente com o pai por ter deixado a mãe. Martin fala para Maria que voltará de vez para ao Brasil, pois perdeu muito dinheiro. Otavio fica incomodado com a ligação de Martin e diz a ele que Maria ainda não está recuperada.
Manuela fala para Martim que seu visto americano venceu. Olívia lembra Otávio que seu aniversário de casamento está próximo. Maria entra em crise e Décio tenta convencê-la de que não matou o filho. Maria fica perturbada ao ver o filho. Maria acusa Otávio de tê-la substituído por uma bela babá de mesmo nome. Maria do Socorro afirma que Maria está com ciúmes do filho.
Tônia não gosta que Luma tenha marcado um encontro com um amigo. Tônia seduz Guto e lhe dá um tapa quando ele a beija. Tônia diz a Luma que ele tentou dar em cima dela. Tônia conta para Luma que fez anotações sobre o caso de Maria durante a viagem. Otávio e Décio vão atrás de Maria, que deixou o quarto durante a noite. Otávio convoca os seguranças da fazenda para procurarem Maria.
Luma diz a Tônia que ela a afasta de todos. Tônia afirma que a irmã precisa ser mais seletiva na escolha dos homens com quem se envolve. Tônia insinua que não é preciso um marido para se ter um filho. Um peão encontra parte da camisola de Maria ensanguentada. Otávio se emociona ao encontrar Maria junto ao bebê. Maria diz a Otávio que não sabe mais viver e ele a conforta.
Gisele Itié e Heitor Martinez são Manu e Martin.
Maria fala para Décio e Olívia que quer morar no Rio de Janeiro ou em São Paulo. Maria se descontrola e implora para que eles deixem a fazenda. Olívia e Maria do Socorro levam Tavinho e o filho da babá para longe da confusão. Otávio aceita se mudar para São Paulo.
Um homem disfarçado de coletor de leite se aproxima da babá e de Olívia e as rende. O homem agride a acompanhante e leva a babá e as duas crianças embora no caminhão. Olívia conta para o administrador que os bebês foram levados. Otávio e Jeremias perseguem o caminhão. O homem atira no pneu do carro de Otávio, que perde velocidade. Otávio observa desolado o caminhão se afastar.
Novela teve várias cenas gravadas em um transatlântico.
O bandido obriga a babá a dizer para Otávio não chamar a polícia. Maria pressiona Otávio para saber o que aconteceu. Otávio conta para Maria sobre o sequestro e ela demonstra alívio. O sequestrador ameaça o filho da babá caso ela não volte para fazenda e cumpra o combinado. Maria leva Otávio para o quarto e pede que ele a ame.
A babá assegura a Otávio de que os bebês estão bem. Otávio pergunta a babá qual o valor exigido pelo resgate, mas ela afirma que precisa tratar com Maria. A babá diz a Maria que ela precisa ir de encontro aos sequestradores ou eles matarão seus filhos. Maria se recusa a seguí-la.
Para ler o resumo dos outros capítulo e saber mais sobre a novela, clique aqui e entre no site oficial de "Máscaras".
VIDEOS
1 - CHAMADA DA NOVELA
2 - CHAMADA COM O AUTOR LAURO CÉSAR MUNIZ
"Máscaras" estreia nesta terça, 10h15 da noite. Vamos acompanhar!
Essa foi a semana de estreia da nova programação da Globo. "Nova programação"? Na verdade, novas temporadas de velhos programas. Tudo ficou praticamente como estava.
Às segundas-feiras, "Tela Quente" voltou a apresentar filmes inéditos que nem sempre fazem jus ao título da sessão, pois as vezes são "frios" e sem graça; terça-feira as divertidas confusões de "Tapas & Beijos" e o jornalismo do "Profissão Repórter" voltaram em novas temporadas. De novo mesmo, só o seriado "Louco Por Elas", que estreou em março; às quartas continua o futebol e às quintas-feiras, mais uma temporada da velha "A Grande Família", que já está mais do que requentada. "As Brasileiras", que começou em fevereiro, segue presentando seus episódios e logo depois, começou outra temporada do insosso "Globo Mar"; a "novidade" das sextas-feiras, que vai ao ar depois do "Globo Repórter", é a volta do "Casseta e Planeta" (que trocou o "urgente" por "vai fundo") e aos sábados, o "Zorra Total", que nunca tira férias, apresenta poucas novidades. A única grande estreia da programação nesse mês é a nova novela das sete, "Cheias de Charme", mas isso não conta, pois novelas começam em qualquer época do ano.
A pergunta é: cadê a nova programação? Por que sempre os mesmos programas e tão poucas novidades? É natural que um programa bem sucedido em audiência, ganhe novas temporadas, como o excelente "Tapas & Beijos", que foi o melhor programa de humor do ano passado e volta com uma segunda temporada; já "A Grande Família", que já foi o melhor humorístico da emissora, está cada vez mais desgastado e já não faz rir tanto. Não é para menos: depois de 10 temporadas, não há programa que continue se mantendo original e com muitas novidades. A culpa não é dos roteiristas, nem dos atores. Ninguém tem culpa. Apenas as possibilidades de novas situações envolvendo os personagens ficam cada vez mais escassas e é melhor o programa acabar enquanto ainda faz sucesso, do que cair de qualidade e de audiência, algo que já vem acontecendo com "A Grande família". Está na hora de investir em algo novo. Bons roteiristas para criar novos programas estão sobrando, o que falta é a emissora criar coragem de substituir "A Grande Família", cujo auge já passou há muito tempo.
Outro que já deu o que tinha de dar é o "Casseta e Planeta". Quando o programa saiu do ar depois de 15 anos, os humoristas disseram que iriam descansar por um tempo e voltariam com um novo programa. Cadê o "novo programa"? O "Casseta e Planeta" só mudou de nome, dia, horário e qualidade, pois o que vemos no ar é um programa de humor apelativo e piadas gastas e sem graça. A audiência do primeiro programa foi de apenas 15 pontos.
"Tapas & Beijos" entrou às terças e se deu bem...
Já o "Casseta e Planeta" em novo dia e horário se deu mal.
Isso é o que acontece com programas que ficam muitos anos no ar: vão perdendo o poder de atrair e se tornam monótonos e cansativos. Na Globo, além de "A Grande família" e "Casseta e Planeta", são muitos os programas nessa situação: "TV Globinho", "Mais Você", "Sessão da Tarde", "Malhação","Aventuras do Didi", "Domingão do Faustão"... Todos tem audiência abaixo da esperada e já não nos atraem como antes, mas infelizmente parece que já houve uma acomodação, e isso é preocupante.
Todos sabemos que a Globo é uma emissora que respeita muito o telespectador. Dificilmente ocorre alguma mudança brusca na programação, ao contrário de emissoras como SBT e Record, que logo tiram um programa do ar quando ele não corresponde às expectativas de audiência; mas mudanças são necessárias em qualquer emissora, especialmente quando há um desgaste, como nos programas citados acima.
Nós telespectadores, gostamos de novidades e atualmente, quando são poucos os programas da TV aberta que chamam nossa atenção, elas são mais do que bem vindas. Está na hora de uma nova programação de verdade não só na Globo, mas em todas as principais emissoras. Uma nova programação que traga de volta o nosso prazer de sentar em frente à televisão.
Hoje a entrevista do blog é dupla. Os entrevistados são Renato Modesto e Mário Viana, respectivamente co-autor e colaborador de "Máscaras", a nova novela de Lauro César Muniz, que estreia dia 10 de abril na Record. Nas entrevistas eles falam um pouco de suas carreiras e claro, sobre a nova novela.
1 - RENATO MODESTO
Além de autor, Renato Modesto é também ator. Ele já escreveu peças de teatro de muito sucesso como "OAmor Venceu" e "O Martelo" e atuou como autor em algumas peças e novelas, como "Um Bonde Chamado Desejo", clássico de Tennesse Williams, e "Pérola Negra", novela do SBT exibida em 1998. Na Globo, Renato foi co-autor de três novelas de Walther Negrão, antes de ir para a Record para fazer parte de equipe de "Máscaras". Confira a entrevista:
SUPER TV E MAIS! - Você esteve na Globo e foi co-autor das novelas "Como uma Onda", "Desejo proibido" e "Araguaia". Como foi o convite para escrever "Máscaras" na Record, com Lauro César Muniz?
RENATO -As novelas que escrevi na Globo, como co-autor do querido Walther Negrão, foram uma escola para mim, uma oportunidade preciosa de aprender as técnicas de construção dramática e roteirização.
Na Globo, também desenvolvi uma sinopse de novela com supervisão do grande novelista Lauro César Muniz. A novela não foi produzida, mas permaneceu desde aquela época (2005) o desejo de realizarmos uma parceria.
No meio de 2011, poucos meses depois de eu terminar de escrever "Araguaia", o Lauro me procurou. Ele estava buscando um co-autor para ajudá-lo a escrever uma nova novela na Record. Ele me apresentou à direção artística da emissora, cuja proposta séria e consistente me cativou definitivamente.
Estou muito otimista com essa nova etapa da minha vida e carreira, pois tenho grande admiração pela obra do Lauro e acredito muito no progresso do departamento de teledramaturgia da Record. Escrever "Máscaras" é o ponto alto da minha carreira até hoje. Está sendo uma alegria e uma grande aprendizado.
Fotos das outras novelas onde Renato foi co-autor.
SUPER TV E MAIS! - A sinopse de "Máscaras" é só de Lauro César Muniz ou foi feita em parceria com os outros colaboradores?
RENATO - Quando o Lauro me convidou para assumir a co-autoria da novela, a sinopse de "Máscaras" já estava pronta. Fiquei empolgado com os personagens marcantes que ele havia criado e com as tramas repletas de aventura, emoção e mistérios. Eu e os colaboradores da equipe (Mario Viana, Mariana Vielmond e João Gabriel Carneiro) estamos auxiliando o Lauro no desenvolvimento deste brilhante projeto inicial.
SUPER TV E MAIS! - Em "Máscaras", que abordará troca de identidade, o protagonista será dado como morto e assumirá a identidade de outro. O título da novela refere-se apenas a isso ou todos os personagens são "mascarados" de alguma forma e guardam segredos?
RENATO - O tema da identidade está presente não só na trama principal, mas em todas as tramas convergentes da novela. Todos os personagens principais terão questões relacionadas ao jogo de revelação e ocultação de seus segredos e características íntimas.
SUPER TV E MAIS! - "Máscaras" terá algum tipo de merchandising social, como a maioria das novelas atualmente?
RENATO - As novelas brasileiras têm abordado, sempre que possível, temas de interesse público. Não faremos isso em "Máscaras" por modismo ou obrigação, mas por exercer nossa responsabilidade enquanto artistas engajados com as questões sociais. Nos primeiros meses da novela, trataremos da reinserção de ex-detentos de penitenciárias na sociedade e faremos uma campanha de incentivo à adoção de animais de rua.
SUPER TV E MAIS! - O que mais podemos esperar de "Máscaras"?
RENATO - "Máscaras" é uma história policial de tom realista, com personagens bem construídos e marcantes, muito mistério, surpresas e reviravoltas. O público pode esperar capítulos ágeis, movimentados, repletos de ritmo, romantismo, humor e emoção. Escrevemos buscando respeitar sempre a inteligência do telespectador e, com isso, acredito que conseguiremos conquistar sua simpatia e atenção. Aposto num grande sucesso!
Foto do primeiro capítulo de "Máscaras", que teve várias cenas gravadas em um transatlântico.
2 - MÁRIO VIANA
Mário Viana é jornalista e já trabalhou no jornal "O Estado de São Paulo" e na revista "Veja". Também já escreveu peças como "Vestir o Pai", que foi dirigida pelo grande Paulo Autran, e colaborou em novelas como "Seus Olhos" (2004) e "Paixões Proibidas" (2006). "Máscaras" é sua segunda parceria com o autor Lauro César Muniz. Veja a entrevista, onde ele fala sobre essa parceria, sobre a nova novela e também sobre sua trajetória.
SUPER TV E MAIS! - Como você recebeu o convite de Lauro César Muniz para ser colaborador nas novelas "Poder Paralelo" e agora "Máscaras"?
MÁRIO - Eu já tinha várias peças produzidas - três com os Parlapatões, uma dirigida pelo Paulo Autran ("Vestir o Pai") e pelo Jairo Mattos ("Carro de Paulista", que ficou 8 anos em cartaz). Tinha também sido colaborador em 3 novelas, duas com o Aimar Labaki de autor titular ("Seus Olhos", parte final, e "Paixões Proibidas") e com a Yoya Wursch ( "Dance Dance Dance"). Lembro que a Dora Castellar me conhecia, trabalhava com o Lauro e falou de mim pra ele. No dia em que o Paulo Autran morreu, encontrei Lauro por acaso na Praça Roosevelt e ele me chamou de lado e fez o convite pra entrar na equipe de "Poder Paralelo". Foi uma emoção, porque eu acompanhava as novelas e peças dele, ou seja, o homem era "a " Fera. Depois, ele tornou a me chamar pra "Máscaras" e eu curti muito poder voltar pra TV.
Fotos de "Paixões Proibidas" e "Poder Paralelo".
SUPER TV E MAIS! -O colaborador escreve as cenas que são criadas pelo autor titular. Os colaboradores tem liberdade de dar sugestões ao autor, de sugerir mudanças em algumas coisas? Você tem essa liberdade?
MÁRIO - O colaborador é uma espécie de ghost writer com cérebro. Explico. Eu tenho de tentar ao máximo escrever a cena como o Lauro - no caso de "Máscaras" - a escreveria. Sei do jeito que ele gosta das cenas, as palavras que ele abomina. Mas tudo é feito depois de muito bate papo, conversa, discussão. A gente é convidado a bolar trilhas de ação pra determinados personagens e o Lauro avalia, dá palpites, acrescenta, tira - e a gente "abre a cena", ou seja, faz os diálogos. É um carpintaria danada.
SUPER TV E MAIS! - Você também é jornalista e já escreveu como crítico de TV para o jornal "O Estado de São Paulo". Ser crítico te ajuda a ter uma visão mais clara daquilo que o público prefere nas novelas?
MÁRIO -Eu tive a coluna "Descontrole Remoto", no caderno de TV do Estadão, durante uns 2 anos. Quando assinei com a Record, em comum acordo com o jornal, saí da crítica. Não poderia ser telhado e atirar pedra no telhado do vizinho, seria anti-ético. Especialmente, porque em minha coluna eu opinava como telespectador, sem informação de coxias, bastidores. Era pitaco de quem assiste.
Agora, eu sou um crítico feroz desse processo de mimar demais o público. Dar a ele só o que ele quer. Às vezes, a surpresa pode assustar no primeiro momento, mas depois a pessoa passa a gostar daquilo que não conhecia. Dar o que o público quer - como se alguém realmente soubesse o que é isso - tem ajudado a reduzir a qualidade das novelas brasileiras.
SUPER TV E MAIS! - Lauro César Muniz costuma fazer novelas mais ousadas, de estrutura inovadora. "Máscaras" também será assim?
MÁRIO - Estamos escrevendo uma novela com pegada policial, com ganchos de suspense e tramas cheias de reviravolta. Pra você ter uma ideia, a equipe leva sustos - bons, ótimos - com as viradas dos personagens. Mas não são viradas de marketing, mas geradas em situações cruciais.
SUPER TV E MAIS! - Diga alguns motivos para o público não perder "Máscaras" de jeito nenhum.
MÁRIO - Por que é uma novela muitíssimo bem escrita. Por que é uma novela que foge do lugar comum do "filho procura mãe", "mocinha pobre ambiciosa dá golpe em galã rico de bom coração"... Por que é uma novela que trata de temas muito atuais, o que nos faz ficar antenados com o noticiário o tempo todo. Não é uma novela alienadinha. Por que Fernando Pavão, Paloma Duarte, Petrônio Gontijo, Bete Coelho, Luiza Tomé, Gisele Itiê, Nicola Siri, Heitor Martinez, Jussara Freire, Daniela Galli, enfim, é um elenco de dar água na boca.
Agradeço demais as entrevistas de Renato Modesto e Mário Viana e desejo que "Máscaras" seja um grande sucesso!
Todos estão adorando a nova novela das nove, "Avenida Brasil", de João Emanuel Carneiro, que é considerado um dos melhores autores da nova geração de novelistas. Hoje na sessão "Recordando" vamos relembrar as outras novelas do autor, que foi promovido ao horário das nove depois de apenas duas novelas das sete.
1 - DA COR DO PECADO (2004)
Primeira novela do autor, "Da Cor do Pecado" contou com a supervisão de Silvio de Abreu e teve média geral de 43 pontos de audiência, semelhante à novela das nove da época, "Celebridade". O preconceito racial foi abordado através da história de amor de Paco (Reynaldo Gianecchini), filho do rico empresário Afonso (Lima Duarte) e Preta (Taís Araújo), moça pobre e negra que vive no Maranhão. O romance dos dois era atrapalhado pela ex-noiva de Paco, a ambiciosa Bárbara (Giovanna Antonelli), que só queria o dinheiro dele. Bárbara foi a primeira grande vilã criada pelo autor e infernizou muito a vida dos protagonistas.
Todos os núcleos da novela fizeram sucesso: a inesquecível Família Sardinha, que garantiu boas risadas e lembrava muito as histórias em quadrinhos; Pai Helinho (Matheus Naschtergaele), um divertido vidente que durante a novela recebeu vários espíritos no corpo; e o divertido casal falido Verinha (Maitê Proença) e Eduardo (Ney Latorraca), que faziam de tudo para voltar a viver no luxo. "Da Cor do Pecado" foi vendida para mais de 100 países. Relembre a abertura da novela:
2 - COBRAS & LAGARTOS (2006)
Bel (Mariana Ximenes) é sobrinha do rico Omar Pasquim (Francisco Cuoco), dono da grande loja de departamentos Luxus. Omar descobre que está doente e resolve procurar alguém desinteresseiro para administrar sua fortuna ao lado de Bel. Ele se disfarça de pobre e começa a trabalhar de faxineiro na própria loja para observar o interesse das pessoas por seu dinheiro. Omar fica amigo do motoboy Duda (Daniel de Oliveira), que se apaixona por Bel, mas ela está noiva de Estevão (Henri Castelli), que é amante da vilã Leona (Carolina Dieckman), prima de Bel. Omar é assassinado graças a um plano de Estevão e Leona e todos se surpreendem ao descobrirem que ele deixou grande parte de sua fortuna para Daniel Miranda, o verdadeiro nome de Duda, mas devido a uma confusão, quem passa a administrar a Luxus é o malandro Foguinho (Lázaro Ramos), que também se chama Daniel Miranda. Foguinho sempre foi pobre e é amigo de Duda, mas começa a gostar de viver no luxo e sente-se culpado por estar ocupando o lugar do amigo.Um dos maiores destaques da novela foi a divertida Milu (Marília Pera), irmã falida de Omar, que vivia aplicando golpes para tentar enriquecer novamente. A abertura da novela era muito divertida:
3 - A FAVORITA (2008)
Inovadora novela que confundiu o público ao não revelar quem era a mocinha e quem era a vilã. Flora (Patrícia Pillar) e Donatela (Cláudia Raia) foram amigas na juventude e formaram a dupla sertaneja Faísca e Espoleta.
Ao ser acusada de matar o marido de Donatela, Flora foi presa e passou 18 anos na cadeia. Ao sair da prisão, Flora tenta se aproximar da filha Lara (Mariana Ximenes), que foi criada por Donatela e diz a todos que foi presa injustamente porque a verdadeira assassina é Donatela. Com seu jeito simples e humilde, ela consegue convencer a todos de que quem cometeu o crime foi Donatela e a faz ser presa. Nesse momento é revelado para o público que Flora é a grande vilã da novela e que mentiu o tempo todo. Muito esperta, Flora ganha a confiança da família de Lara e arma vários planos para ficar com a fortuna de Gonçalo (Mauro Mendonça), avô da filha. Donatela é dada como morta em um incêndio na cadeia e consegue fugir. Ela passa a lutar para provar sua inocência e colocar Flora de volta na cadeia. "A Favorita" foi sucesso de público e crítica e Flora passou a ser considerada uma das maiores vilãs da TV. Veja a ótima abertura da novela:
Será que Carminha (Adriana Esteves) vai conseguir se igualar ou até superar Flora em número de maldades? Vamos acompanhar para saber.
Qual das novelas de João Emanuel Carneiro é a sua favorita?